quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Onde este blog foi divulgado

No esforço de divulgar o blog Chery Nunca Mais! e a comunidade homônima do Facebook, andei passeando por alguns fóruns e postei algumas mensagens expondo resumidamente os problemas com a Chery e os devidos links dos materiais. Fiz a divulgação em:

http://www.htforum.com/vb/showthread.php/224686-Chery-O-engodo-chin%C3%AAs

http://forum.outerspace.terra.com.br/index.php?threads/chery-terror-chin%C3%AAs.356831/

http://cherybrasil.forumaqui.com/t2401p15-video-chery-face

http://www.hardmob.com.br/carros-motos-and-som-automotivo/529801-chery-a-marca-abominacao-no-brasil-1.html

http://forumcarros.invisionzone.com/index.php/topic/1597-chery-mantenham-uma-dist%C3%A2ncia-segura/

Além de colocar o endereço em blogs, comentários em redes sociais, etc.

Peço aos que acompanham o blog sugestões de onde mais poderia divulgar e que também divulguem o blog onde puderem.

sábado, 23 de novembro de 2013

Chery QQ pega fogo em Teresina três meses depois de comprado

Sendo conhecedor da qualidade dos carros e da irresponsabilidade generalizada das concessionárias, não dá para pensar em "incêndio criminoso".

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Padrão de qualidade das concessionárias da Chery - Relato de cliente da Pisa Chery (BH)

Para mostrar que o padrão rasteiro de qualidade das concessionárias da Chery é uma situação generalizada, transcrevo o relato do Marcelo, de BH, usuário do grupo Chery Nunca Mais!
sobre apenas mais uma de suas várias experiências negativas com a Pisa Chery, também de BH:

O resultado da saga Chery desta vez. Meu carro estava desde o dia 05 de novembro no pátio da PISA Chery (Belo Horizonte). Resultado: dois arranhões no porta malas, um arranhão no teto, diversas marcas pelo carro todos, os acabamentos internos ao redor das porta TODOS danificados (arranhados, plásticos lascados, desencaixados, estragados), a gaveta arrancada debaixo do banco do motorista, uma borracha de acabamento rasgada, o sensor do cinto de segurança continua sem funcionar (já faz meses que estou pedindo providências, desde qdo eu ainda tinha garantia), o banco deitado feito carro de boy (eles usam os carros no horários de folga pra descansar, ouvir música), o tecido do banco traseiro com fio puxado, o som programado nas rádios de acordo com o gosto dos funcionários da oficina (tocando um funk podreira, já pensou que beleza?), um emblema PISA colado torto na traseira do meu carro (mesmo eu tendo dito umas 5 vezes que não autorizava emblemas de concessionária colados no meu carro), e um funcionário me oferecendo para fazer o serviço por fora (na casa dele, no horário do almoço por 1/4 do valor cobrado no orçamento da concessionária). E eu? A ponto de fazer uma fogueira om essa droga no meio do pátio da concessionária! 
E olha que a única coisa que precisava ser feita era retirar o banco do motorista e trocar o "módulo BCM" que fica instalado sob o banco. A peça eu comprei na AVIMAR (em Arapongas) e recebi pelo correio. E fizeram toda essa m... no meu carro! Desmontaram tudo. São ou não são incompetentes? A PISA CHERY me cobrou R$982,00 pela peça, que eu comprei na AVIMAR por R$420,00. Exatamente a mesma peça, importada, original.












É ou não é um problema generalizado? E o que a Chery faz a respeito? ABSOLUTAMENTE NADA. Em um das vezes que consegui ser atendido pelo SAC da Chery Brasil, reclamei de problemas com a Redenção Chery (Natal/RN). A resposta deles foi bem clara: 
- Não podemos fazer nada.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Pneus na "lona" com 4000 Km rodados

Mais uma historinha, nesses quase 2 anos de terror...

Certa vez, ao lavar o meu Chery Face, notei o seguinte "padrão" em ambos os pneus dianteiros:






A banda de rolagem interna dos pneus já estava na lona. A situação era a mesma nos dois pneus dianteiros. 

Imediatamente levei o carro para a Natal Pneus, onde lá me disseram que havia um problema de convergência nos dois pneus, provavelmente vindo de fábrica. Nos 6 meses de uso (4000 Km rodados), o carro estava trafegando com todo o seu peso dianteiro em cima da banda interna de rolagem, o que ocasionou o desgaste prematuro (as outras regiões dos pneus estavam novas) do pneu. Informaram-me, inclusive, que eu estava correndo riscos e que os pneus nessa situação poderiam estourar a qualquer momento.

Levei em seguida para a Redenção Chery. Lá, fui acusado de fazer o carro de jipe e ainda culparam os buracos de Natal. Após muita confusão, resolveram trocar os pneus dianteiros sem custos. Nessa ocasião o carro passou cerca de 20 dias parado, à espera de uma definição da gerência.

No ato da entrega, queriam que eu assinasse a seguinte declaração:



   Eu mereço mesmo.

Atualização (10/01/2014): No grupo Chery Nunca Mais! há pelo menos mais 2 relatos de gente que teve exatamente o mesmo problema. 



Chery Tiggo com defeito há 90 dias faz dono se dispor a doá-lo - Notícia OsCarrosChineses

 Chery Tiggo com defeito há 90 dias faz dono se dispor a doá-lo

 Chery Tiggo com defeito há 90 dias faz dono se dispor a doá lo
Nosso leitor Eliezer encontrou um anúncio no Mercado Livre, de um Chery Tiggo que vem dando tantos defeitos que seu dono está disposto a o doar para quem quiser. É claro que não se trata de uma doação completa, pois o carro está financiado. Então quem quiser ficar com o Tiggo terá de assumir as parcelas de pesados 1.500 reais mensais.

O vendedor diz que já desistiu do carro tirado 0 km há três meses, pois os problemas não são resolvidos nem pelas concessionárias nem pela própria Chery. Ele afirma que até mesmo entrou em contato com o representante da marca no Brasil, Luis Cury, e nada de resposta.
Para saber os problemas que o tal Tiggo teve em detalhes veja o site que a pessoa montou: http://blog.viajecomtiggo.com

Estudo aponta insatisfação com carros chineses

Estudo aponta insatisfação com carros chineses
Levantamento local também considerou modelos brasileiros e trazidos de outros mercados

REDAÇÃO AB
O estudo Vehicle Ownership Satisfaction Study (Voss Brasil 2013), que indica o nível de satisfação dos compradores de veículos, revelou que os consumidores brasileiros estão menos satisfeitos com os veículos chineses que com modelos fabricados no próprio Brasil e também na Argentina, Coreia do Sul e México. A conclusão vem do trabalho realizado pela J.D Power.

A pontuação é atribuída pela unidade de medida Problemas por 100 Veículos, chamada PP100. Os carros chineses adquiridos no mercado local obtiveram PP100 de 389, ou seja, 3,89 problemas por veículo. Os carros montados no País tiveram PP100 de 356, os argentinos, 333, os sul-coreanos, 314 e os mexicanos, 310.

Segundo a J.D. Power, a percepção de qualidade mais baixa torna-se uma preocupação maior para as montadoras quando se considera o impacto negativo que isso tem na intenção de compra futura, que cai à medida que os problemas reportados crescem.

Dos consumidores pesquisados que tiveram três ou mais problemas, somente 21% comprariam outro carro da mesma marca. Essa intenção se eleva para 39% entre os compradores que não relataram nenhum defeito.

SATISFAÇÃO NO BRASIL E EM OUTROS MERCADOS

Segundo a J.D. Power, a média obtida no mercado brasileiro é 352 (3,52 defeitos por veículo). Essa marca é significantemente mais alta que a de mercados como Canadá (230), Alemanha (230) e Reino Unido (204). A consultoria recorda que, quando se compara o PP100 entre mercados globais, é importante considerar o máximo de fatores possíveis, incluindo os tipos de veículo utilizados em cada país, uma vez que alguns analistas da indústria podem argumentar que a qualidade é mais baixa no Brasil porque, em média, as pessoas possuem veículos menores e mais baratos.

Com o objetivo de testar essa hipótese, 29 modelos com o mesmo nome foram identificados entre os estudos Voss da Alemanha e do Brasil. Na média, os modelos do grupo brasileiro tiveram PP100 de 335, índice 49,5% mais alto que o do grupo alemão, igual a 224.

Estudo

Proprietários se queixam de diversos problemas com carros chineses - Notícia Vrum

Proprietários se queixam de diversos problemas com carros chineses

Marcas chinesas ganham mercado, mas consumidores reclamam de muitos problemas, principalmente em relação à segurança e dá falta de treinamento na rede de concessionárias. Entre eles está o acendimento da luz EPC relativo a panes no conjunto do acelerador eletrônico, chicote elétrico e até o módulo da injeção.


Julio Cabral - Estado de Minas
Publicação: 02/07/2011 11:00 Atualização: 05/07/2011 17:30

 (Lifan/Divulgação)

Os carros chineses chegaram para ficar e conquistam cada vez mais espaço com base em receitas que primam pelo custo/benefício, preços convidativos e garantias extensas. Com o incremento de mercado, reclamações começaram a pintar em sites como o Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br) ou comunidades sociais, a exemplo do Orkut. Longe do preconceito, o número de relatos acaba sendo reflexo do aumento de participação, como ocorre com outros carros vendidos em maior volume. Um grupo de donos do recém-lançado JAC J3 chamou a atenção para o acendimento da luz do Engine Power Control (EPC), que indica qualquer problema no conjunto de acelerador eletrônico, que inclui pedal, interruptores dos pedais de embreagem e de freio, chicote elétrico, corpo da borboleta e módulo da injeção. “Em menos de uma semana aconteceu o problema. Fui cinco vezes à concessionária e, na quinta vez, o pessoal sugeriu a troca do módulo de injeção, o que resolveu o problema”, afirma Carol Thiago Costa, de Curitiba, dono de um JAC J3. O aviso do EPC é seguido de uma aceleração excessiva do motor, e demora a cair a rotação, segundo os reclamantes.

A nota oficial da JAC Motors afirma que “a causa está em um conjunto de fatores que, quando combinados, pode originar o acendimento da luz-espia. O motivo primordial aparece no uso rotineiro e inadvertido do pedal de embreagem como descanso, hábito usual de alguns motoristas. Por meio da simples atualização de um software no módulo de gerenciamento do motor, o problema é contornado, sem que haja necessidade de substituição de qualquer componente. Não há qualquer risco de pane para o usuário. Basta que se faça a reprogramação do módulo".

NEGAÇÃO 

A correlação entre o problema e o pedal de embreagem foi feito apenas a um dos proprietários contactados pela reportagem. Marco Antonio Moreno, de Curitiba, afirma que não tem esse hábito e, mesmo assim, a luz acendia. “Agora, depois da revisão dos 2.500 quilômetros está resolvido”, completa Marco, que se declara satisfeito com o carro. Os outros três entrevistados afirmam que essa não foi uma das muitas hipóteses levantadas pela rede. “Cada vez era uma explicação, eles experimentavam alguma coisa”, afirma Carol Thiago. “No meu caso, nem informaram nada disso, e ainda trocaram o módulo de injeção eletrônica”, afirma Gustavo Monteiro de São Bernardo do Campo (SP), dono de um J3 hatch. “Eu não tenho esse hábito, fiz até uma proteção de carpete onde tenho costume de apoiar o pé”, descarta Gustavo, cujo carro foi comprado em 19 de abril e apresentou o problema uma semana depois. O proprietário levou o carro à concessionária JAC Motors de Santo André, cidade vizinha do ABC, na qual escanearam a parte eletrônica e zeraram o sistema. Só que o problema reapareceu. Entre 9 e 16 de junho, o seu compacto ficou na concessionária, de onde saiu com promessas de que não voltaria. Só que o incômodo se repetiu e no dia 20 o J3 foi rebocado para Santo André, onde, dessa vez, trocaram o módulo da injeção eletrônica. “Depois da troca, não tive mais problemas”, afirma Gustavo Monteiro.

O proprietário Carol Thiago ressalta que não tem o costume de descansar o pé sobre o pedal da embreagem (Antonio Carlos Costa/Arquivo pessoal/Divulgação)
O proprietário Carol Thiago ressalta que não tem o costume de descansar o pé sobre o pedal da embreagem


A reprogramação passou longe da solução proposta para o modelo de Fábio Velloso, de Brasília. “O carro fica acelerado, demorando a cair de rotação em trocas de marcha”, relata Fábio. “Comprei o carro em 31 de março. Um mês depois apareceu o problema e fui lá, antes da revisão dos 2.500 quilômetros.” Fizeram uma revisão no sistema elétrico na concessionária JAC Motors Brasília SIA, onde garantiram a ele que o EPC não se acenderia novamente. Rodei apenas cinco minutos e a luz acendeu. Voltei à oficina, e o técnico falou que trocaria o gás do ar-condicionado. Um dia depois, o problema voltou. Ainda estou na expectativa”, reclama Fábio Velloso.

VAPORES

Alguns problemas recorrentes de modelos da Lifan também são citados na rede. No caso do hatch 320, aquele que emula um Mini Cooper, são mais comuns as falhas no funcionamento do velocímetro e um forte cheiro de combustível dentro do carro. “O carro com pouco mais de 500 quilômetros rodados já apresentou mais de 10 defeitos e cheira cronicamente a gasolina”, conta Bruno Azalim, de Belo Horizonte. “Temos registros de alguns casos do velocímetro. Como é o marcador de velocidade, consideramos muito importante por ser um item de segurança. Começamos há pouco mais de um mês um estudo sobre as causas e estamos na fase final de averiguação”, afirma Ronado Mazará Júnior, diretor de engenharia da Lifan e da Effa. Tão importante quanto é o cheiro de combustível dentro de alguns hatches também relatado por donos do Lifan 320. “Para ter cheiro de combustível, é necessário haver um vazamento. Nesse caso, estamos correndo com isso, pois pode ser algo simples ou grave. Até estamos fazendo testes na planta de montagem dos carros, no Uruguai. Já temos até medidas concretas, como colocar reforços ou um adesivo isolante. Pode ser caso de recall”, adianta Mazará.

CHERY 

A demora na reparação de problemas também tem tirado o sono de consumidores de outras marcas chinesas bem vendidas, como a Chery. Marcio Romeiro, do Rio de Janeiro, comprou um Cielo em 2010 e reclamou de pequenos defeitos, alguns resolvidos, como o barulho no ventilador do painel e do escapamento, mas permaneceu o defeito na caixa de direção, que apresentava barulhos, vibrações e estalos. Sem a bucha necessária para o conserto, o carro ficou mais de um mês assim. “Só na revisão dos 20 mil quilômetros resolveram o problema, trocando a mangueira da direção hidráulica, além da suspensão, que batia no final do curso. Agora o carro está legal. Porém, estou processando a Chery por ter demorado mais de um mês para consertar o carro, como diz o Código de Defesa do Consumidor, mas até agora a Justiça não marcou audiência”, ressalta Marcio Romeiro. Os leitores Francisco de Souza, de Belo Horizonte, e Flávio Araújo, de Brasília, enviaram as mesmas reclamações sobre o modelo Cielo, já resolvidas pela fábrica.

Há reclamações sobre suspensão e direção no Chery Face, assim como no Cielo (Diogo de Oliveira/Chery/Divulgação)
Há reclamações sobre suspensão e direção no Chery Face, assim como no Cielo


A demora na solução levou Lara Alves, também do Rio de Janeiro, a se desfazer do seu Face comprado em outubro de 2010. “O carro fazia uma barulheira no escapamento, a suspensão dava pancadas secas e os limpadores também tinham problemas. Três dias depois fui solucionar esses problemas na concessionária, que não conseguiu dar cabo deles. A ignição também deu curto. Não tive respostas da marca e decidi vender um carro em abril, deixando-o em uma concessionária Renault por R$ 18 mil”, lamenta Lara.

Dona de Chery Face batido faz propaganda contra carros chineses - Notícia do Vrum

Dona de Chery Face batido faz propaganda contra carros chineses

Após quase cinco meses sem conseguir consertar o veículo por falta de peças, proprietária mandou plotar mensagem contra a marca no próprio carro

Thiago Ventura - Portal Vrum
Publicação: 30/09/2011 12:20 Atualização: 03/10/2011 13:31

Carro está sem conserto desde maio de 2011 por falta de peças (Michele Côelho/Divulgação)
Carro está sem conserto desde maio de 2011 por falta de peças


A proprietária de um Chery Face tomou uma medida extrema após completar quase cinco meses com um verdadeiro abacaxi em mãos. Cansada de tanto tempo de espera para ter seu veículo consertado, Michele Côelho Araújo mandou plotar no vidro traseiro uma frase estampando a indignação com a montadora.

“Não tem peças, nem previsão de chegar. Pense num arrependimento!!!”, escreveu a autônoma de Fortaleza (CE) para expressar publicamente sua indignação com o problema. O carro, comprado em setembro de 2010, se envolveu numa batida em 10 de maio deste ano.

Veja mais fotos do Face batido

O Face estava estacionado quando foi atingido por um motoqueiro. O carro teve sua lateral, lanterna, para-choque traseiro e o para-brisa danificados no acidente. O motociclista sofreu ferimentos leves e pagou a franquia do carro para ressarcir a motorista. Ai começou a novela.

Medida extrema foi a forma escolhida para divulgar a indignação com a marca (Michele Côelho/Divulgação)
Medida extrema foi a forma escolhida para divulgar a indignação com a marca


“A Chery pediu de 30 a 45 dias para arrumar o carro. Mas desde aquela data que a concessionária apenas prorroga o prazo e não informa quando o problema será resolvido. Estou andando com o carro quebrado e posso até levar uma multa, pois o para-brisa está trincado. Vejo tudo isso como uma má vontade deles”, afirma.

Segundo Michele, desde a época do acidente que funcionários da concessionária Chery Premium, em Fortaleza, prorrogam a previsão para chegada de peças, que são importadas da China. Cansada da demora, a motorista fez uma queixa no Procon contra a empresa. A audiência foi no último dia 15 de setembro. Mas nem isso deu resultado. Como não há data certa para que as peças estejam disponíveis, não houve acordo, mesmo na presença de um conciliador.

“Me sinto enganada com tudo isso. Acreditei na proposta, que haveria peças de reposição. Não posso falar mal do carro: é confortável, completo de tudo, com itens de segurança e barato. Mas e agora? Fico imaginando se fosse no motor. Estaria com carro parado esse tempo todo sem trabalhar”, desabafa.

O próximo passo agora será direto na Justiça. A autônoma de 37 anos estuda pedir, além do ressarcimento material, danos morais do carro. “É um constrangimento para mim, principalmente quando tenho que ir para fazer alguma revisão. Nem quero um carro novo. Quero meu dinheiro de volta”, afirma.

Andar com o parabrisa trincado é infração prevista no CTB (Michele Côelho/Divulgação)
Andar com o parabrisa trincado é infração prevista no CTB

Opinião pública

O carro importado chama atenção dos outros motoristas nas ruas de Fortaleza. Fotos do carro já foram parar nas redes sociais e divulgadas em todo país. Michele conta que todos os dias, ao parar no semáforo, sempre é questionada sobre o problema.

Veja mais fotos do Face batido

“Foi a maneira que encontrei para passar minha insatisfação e também fazer um alerta para quem quer comprar comprar um carro desses. Eles vêm com a ideia de custo-benefício, mas deixam os donos na mão. Carro chinês nunca mais”, diz.

Atualização (03/10): 
A Concessionária Chery Premium informou que o motivo da demora foi pelo fato da peça afetada na batida ser um "item pouca soliticação". A peça chegou à concessionária na última sexta-feira. Além disso, a empresa afirma que a cliente procurou no primeiro momento uma oficina não autorizada e só após algum tempo deixou o carro na concessionária. A oficina cita não teria formalizado o pedido da compra, o que atrasou ainda mais a disponibilização do item. "A Premium Chery fez todos os procedimentos cabíveis e necessários para que a cliente não tivesse transtorno algum", diz a nota enviada ao portal Vrum. A empresa informou ainda que ofereceu um carro reserva para a cliente, que não aceitou.

Michele Araújo confirmou à reportagem que foi avisada na última sexta-feira da chegada da peça. O veículo já foi enviado para a concessionária para reparos.
"Após
Lateral foi comprometida com o acidente (Michele Côelho/Divulgação)
Lateral foi comprometida com o acidente
Fonte: http://www.vrum.com.br/app/301,19/2011/09/30/interna_noticias,44582/dona-de-chery-face-batido-faz-propaganda-contra-carros-chineses.shtml

domingo, 17 de novembro de 2013

Chery Face quebra embreagem com o carro em movimento

Vocês sabem qual é o gostinho de sentir a sua embreagem quebrando aos poucos? De marcar uma revisão no veículo e ver a embreagem quebrar antes disso, com o carro em movimento? E depois ser rebocado?



Se não bastasse o susto e o inconveniente, o melhor é deixar o carro na Redenção Chery (Natal/RN) e saber, 15 dias depois, que a empresa entrou em "balanço", sem fazer qualquer procedimento no carro. Nessa ocasião, tive que ameaçar fazer um B.O. para ter o carro reparado e "solto".

Alguém não está feliz com a Chery...

Alguém não está feliz com a Chery...




Protesto de publicitário em concessionária da Chery - Notícia MidiaMax

Protesto de publicitário em concessionária da Chery surte efeito


Por Mayara Sá



Paulo Giolo no dia do protesto contra a marca Chery






O publicitário Paulo Giolo, 38 anos, vai conseguir resolver os problemas do seu carro Cielo Chery após ter feito um protesto no sábado (7), em frente à concessionária da marca em Campo Grande.
Paulo reclamou da falta de assistência técnica da empresa com uma faixa escrita com a seguinte reclamação: “Não compre um Chery, pergunte-me porque”. A medida deu resultado, já que a empresa entrou em contato com o publicitário propondo o conserto dos itens danificados.

Gilo comprou um veículo Cielo, de cor preta, de cerca de R$ 41 mil, há 2 anos, em uma concessionária de São José do Rio preto (SP). Logo depois ele se mudou para Campo Grande. Segundo ele, desde o princípio o carro tem dado problemas e ele tem tido dificuldade em solucioná-los. “No começo eles falavam que quem tinha que resolver o problema seria a concessionária de onde eu comprei, mas eles representam a marca, não existe isso”, diz.
O gerente comercial da concessionária em Campo Grande, Eduardo Bessa, disse ao Jornal Midiamax no dia do protesto que a situação do consumidor era desconhecida pela franquia da Capital. “Eu desconheço qualquer processo, não fomos inteirados de nada oficial”.
Segundo o gerente, a empresa é sólida e nacionalmente conhecida e eles estão disposto a ajudar.  “Se quiser deixar o carro aqui, não vamos negar atendimento, vamos resolver dentro da análise da garantia”, explica, informando que o veículo tem 3 anos, mas que algumas peças têm apenas 90. “Cada caso é um caso”.
Contudo, a ajuda só veio após o protesto. “Antes do protesto ninguém nem queria falar comigo, agora entraram em contato e se colocaram a disposição. Devo procurá-los esta semana e resolver tudo”, diz Paulo Giolo.
Ainda segundo o publicitário, ele tem tudo comprovado sobre a falta de assistência da empresa.
Sobre o protesto do publicitário, o gerente disse que acredita que ele não estava fazendo nada ilegal. “Respeitamos o direito de expressão, ele está no direito dele”, diz, mas confirma que o movimento atrapalha a imagem da marca.
Outros casos
Este tipo de protesto tem ganhado espaço nas redes sociais. Crítica de suposto proprietário de modelo da Chery foi replicada 3 mil vezes em apenas três dias no facebook em outubro do ano passado.
A foto mostra a imagem do veículo com lanterna e para-choques quebrados e a seguinte mensagem adesivada no vidro de trás: "Não tem peças nem previsão de chegar. Pense num arrependimento!!!".
Isso prova que as redes sociais se tornaram um importante canal de comunicação e ganham ainda mais força com a rapidez na divulgação de fatos, muitas vezes negativos para empresas. O consumidor mais do que nunca tem a chance de mostrar a insatisfação com determinados produtos.

Carro da Chery é descartável

Olhem o que aconteceu quando tive o azar de furar um pneu do meu Face e tentei trocá-lo:



Ao tentar desarrochar a primeira porca com a chave de roda, na primeira forçada com o pé o parafuso quebra. Já viram isso? Tive que ser rebocado.


sábado, 16 de novembro de 2013

ESTACIONADO, CHERY QQ ESTOURA AIRBAG E FERE MOTORISTA - Matéria Auto Esporte

ESTACIONADO, CHERY QQ ESTOURA AIRBAG E FERE MOTORISTA

Marca chinesa busca explicação para a falha; Com preço promocional de 
R$ 19.990, carro é o mais barato do Brasil

por ALINE MAGALHÃES
09/10/2013 15h06 - atualizado às 17h07 em 09/10/2013
Chery QQ (Foto: Divulgação)
“Ouvi um estouro forte, acompanhado de muita fumaça. Quando me dei conta, estava com o corpo queimado”. É assim que administradora Ana Cândida descreve o momento em que o airbag do seu Chery QQ deflagrou involuntariamente no estacionamento de um shopping. Ela saía do trabalho em Itatiba, no interior de São Paulo, quando o incidente ocorreu. Ana conta que entrou no carro e, ao se posicionar para colocar o cinto de segurança, sem nem ao menos ter dado ignignição, o airbag estourou. O veículo estava estacionado e não houve qualquer tipo de colisão.
“Eu demorei um tempo para entender o que tinha acontecido. Num primeiro momento, pensei que o vidro tivesse estourado. Apenas o airbag do lado do motorista foi acionado”, lembra. Dali, ela partiu para o hospital, onde ficou internada por um dia para tratar das queimaduras de segundo grau que teve no pescoço e nos braços, provocadas pelo acionamento do airbag.
Motorista teve queimaduras após acionamento indevido do airbag (Foto: Arquivo Pessoal)
O veículo foi levado para a concessionária autorizada Yang, em Jundiaí. A loja fez o reparo do airbag em 24 horas. “Os funcionários não me deram uma explicação sobre o que teria motivado o estouro da bolsa. Quando pedi que eles discriminassem por escrito o que teriam feito no carro, eles se negaram. Não retirei o carro, estou com medo de acontecer algo parecido novamente. Não quero mais esse modelo, perdi a confiança”, explica Cândida, que pequeno chinês há dois anos. Autoesporte teve acesso à ordem de serviço emitida pela loja. No documento, consta apenas que o “veículo acionou airbag esquerdo sem nenhum impacto frontal”.
A reportagem levou o caso ao conhecimento da Chery. Em nota, a montadora informou que lamenta o ocorrido e que já tomou todas as providências para que o veículo fosse reparado. “A proprietária já foi informada algumas vezes sobre a conclusão do conserto, porém, ainda não retirou o veículo, pois aguarda orientação de seu advogado”, diz a marca, que não comentou sobre os danos físicos e psicológicos à sua cliente.
“O veículo foi analisado por técnicos da Chery Brasil e todos os componentes que incorporam o sistema de airbags foram substituídos. Estes estão sendo analisados pela Chery Brasil, Chery China e seus fornecedores. As causas da falha estão sendo analisadas para um melhor entendimento do fato ocorrido”, afirmou a marca, ainda por meio de nota.
Questionamos a montadora sobre quais seriam esses componentes e se nós, assim como a compradora, poderíamos ter acesso aos mesmos. A Chery informou, então, que “reserva-se no direito de divulgar os detalhes pertinentes ao caso somente no momento em que for identificado o que provocou o incidente”. Até o fechamento desta reportagem, a causa ainda não havia sido identificada, mas atualizaremos assim que a marca chinesa se manifestar.
Chery QQ (Foto: Divulgação)
Causas
De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da FEI, Edson Esteves, um problema em uma peça específica ou uma falha técnica de projeto poderiam ter ocasionado o acionamento indevido da bolsa. “Outra possibilidade é a de que o carro tenha sofrido alguma alteração em sua característica original. Um sistema de alinhamento de direção ou a instalação de um alarme, por exemplo, podem danificar o sistema do airbag”, exemplifica o professor. Ele recomenda que os motoristas façam revisões regulares no módulo do airbag para garantirem o funcionamento do item de segurança.
O perito Raphael Martello, da Dynamics, empresa especializada em perícias de acidentes de trânsito, diz que o incidente não é tão incomum. “Já ouvi alguns relatos de problemas parecidos, mas só atendi um caso assim até hoje. Foi um Palio Weekend cujos airbags também se deflagraram sem motivo”, conta Martello. O episódio com o carro da Fiat aconteceu em 2001. Na época, a montadora italiana realizou um recall envolvendo 60 mil unidades da linha Palio após relatos de motoristas que sofreram lesões por acionamento espontâneo do airbag. A marca substituiu o sistema de drenagem e da caixa de ar dos automóveis envolvidos.
Airbag não pode causar queimaduras
Esteves, da FEI, pondera que o acionamento do airbag numa condição legítima (em colisões frontais com forte desaceleração) pode, sim, machucar os ocupantes. “O impacto é muito forte. Por isso é muito importante manter uma postura adequada ao dirigir, minimizando o risco de uma lesão grave. Mas, de qualquer maneira, o acionamento do airbag não pode causar queimaduras no motorista. É preciso identificar se elas foram provocadas pelo atrito do material do airbag com o corpo ou por algum gás tóxico”, ressalta. De acordo com Ana, a equipe médica não conseguiu precisar com exatidão a causa das lesões.
Chery QQ (Foto: Divulgação)
Confiança na berlinda
A falta de confiança na qualidade do produto da montadora chinesa não é assunto novo. Em 2006, o compacto QQ foi submetido a um teste de colisão realizado pela revista russa Auto Review, que elabora as avaliações utilizando as mesmas regras do renomado Euro NCAP, órgão que avalia a segurança dos carros na Europa. O resultado foi desastroso. Ainda sem airbags e freios ABS (itens presentes na atual versão vendida no Brasil), o carro mostrou que, em caso de uma batida frontal, o motorista poderia ter lesões graves na região da cabeça, pescoço, tórax e pernas. Na ocasião, o veículo ainda demonstrou uma falha estrutural, após a porta do motorista abrir com o impacto da colisão. O compacto ficou completamente deformado. Até hoje, o QQ não foi submetido ao teste do C NCAP, que mede a segurança dos automóveis na China, terra natal da Chery.
No Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), a maioria dos registros contra a Chery está relacionada a produtos entregues com danos ou defeitos. O mesmo acontece no site Reclame Aqui, que reúne queixas de consumidores sobre produtos e serviços diversos. Por lá, os usuários classificaram a montadora como “não recomendada”. São frequentes os relatos de falhas mecânicas e falta de peças. Num universo de 450 reclamações registradas, o índice de solução é de 38,8%. Apenas 15,9% dos clientes voltariam a fazer negócio com a marca.
A Chery tem consciência do estigma que não só ela, mas como outras montadoras chinesas enfrentam no Brasil. Uma das jogadas para mudar esse cenário é a nacionalização de seus produtos. A marca está erguendo uma fábrica em Jacareí, no interior de São Paulo, de onde sairão o QQ e o Celer. O grupo diz que os carros fabricados por aqui terão qualidade superior de acabamento e que seus veículos estarão em condições de disputar espaço com as marcas já consolidadas no país. A previsão é de que os primeiros modelos brasileiros sejam entregues em 2015. A marca ainda lançou no mês passado um lote especial do QQ com preço promocional de R$ 19.990, valor que o consolida como o carro mais barato do Brasil.

Consumidores reclamam de falhas nos freios do Chery Face - Matéria do Vrum

Consumidores reclamam de falhas nos freios do Chery Face

Clientes da Chery se decepcionam com os serviços da rede de concessionárias, assim como do fabricante

Caderno Vrum - Estado de Minas
Publicação: 19/05/2013 19:21 Atualização: 20/05/2013 16:34
Antes da perda total, a pastilha havia sido substituída três vezes com apenas 20 mil quilômetros (Fotos: Arquivo Pessoal)
Antes da perda total, a pastilha havia sido substituída três vezes com apenas 20 mil quilômetros
“Pegue o seu usado pelado, vá até a Chery e saia de completo”. Assim diz uma peça publicitária da Chery, marca chinesa que entrou no mercado brasileiro em 2009 e que está construindo uma fábrica no Brasil. Porém, para muitos clientes que apostaram no sonho do carro barato e completo, a realidade se mostrou um verdadeiro pesadelo: falta de peças, manutenção precária, concessionárias fechando e um total descaso dos serviços de atendimento ao consumidor (SAC).

Como se não bastasse, são várias as reclamações a respeito de falha nos freios de diversos modelos da Chery, alguns com desfechos perigosos. Foi o que aconteceu com o professor Dhennis Wheberth Barbosa, proprietário de um Chery Face 2012. Uma repentina falha no sistema de freio ocasionou um acidente que resultou em perda total do veículo. De acordo com Dhennis, antes desse fatídico episódio o sistema de freios já havia falhado quatro vezes. Todas as falhas foram comunicadas à revenda Parque Veículos, de Governador Valadares, concessionária que já está fechada.

“Com 20 mil quilômetros rodados, a pastilha de freio da roda dianteira esquerda já havia sido substituída três vezes. O mecânico da concessionária chegou a condenar o sistema de freio do meu carro”, afirma o professor. Dhennis entrou em contato com o SAC da Chery por pelo menos 10 vezes e nunca recebeu qualquer retorno.

CONTRADIÇÃO Oito dias depois do acidente, um analista de campo da Chery fez uma análise visual do veículo e constatou que não havia nada errado com o sistema de freio, afirmando inclusive que não há qualquer indício de vazamento no sistema, contrariando o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar de Minas Gerais em que consta uma observação de que a roda dianteira esquerda (com histórico de problemas) apresentava vazamento do óleo do freio.

A farmacêutica Lilian Costacurta, de Sumaré (SP), disse que se arrepende de ter escolhido o Chery Tiggo para ser seu carro. Além de conviver com vários problemas, como vidros vibrando, suporte do estepe quebrado e banco traseiro quebrado, ela conta que a luz que acusa falha no sistema ABS fica constantemente ligada. Lilian constata uma má vontade na concessionária na qual levava o seu carro, já que ela não consegue agendar atendimento para fazer a manutenção do seu carro. “Numa das ligações que fiz ao SAC da Chery ouvi um diálogo entre dois funcionários, um dizendo ao outro se meu carro era um que tinha caído da cegonheira. Depois disso, sinto-me muito insegura”, conta a farmacêutica.

NA REDE Uma rápida pesquisa na internet revela que vários clientes da Chery estão tendo problemas com os freios de seus carros. O site Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br) reúne vários proprietários insatisfeitos. Um cliente de São Paulo (SP) relata que tem um QQ que também apresentou várias falhas no freio que culminaram num acidente. Ele não confia mais no carro. Outro cliente de São Paulo (SP) conta que seu QQ apresentou problemas nos freios três vezes: o primeiro era no sistema ABS, o segundo foi um vazamento do fluido e no terceiro o freio não funcionou e o carro bateu.

Dhennis Barbosa nunca conseguiu ser atendido no SAC para reclamar sobre falhas repetidas no freio do Face
Dhennis Barbosa nunca conseguiu ser atendido no SAC para reclamar sobre falhas repetidas no freio do Face
Um consumidor de Criciúma (SC) disse rapidamente, sem citar o modelo do carro, que ficou mais uma vez sem freio. Um carioca relatou que a luz que indica alguma falha no ABS acendeu no painel. Um paulistano proprietário de um Tiggo conta que o carro fica freando sem que o pedal seja acionado. Um cliente de Brasilia (DF) disse que na revisão dos 2.500 quilômetros queixou-se de um barulho nos freios e o mecânico revelou que o freio do Face é assim mesmo. Também vem de Brasília a queixa da troca precoce do servofreio.

O dono de um QQ de Campinas, São Paulo, reclamou dos freios que vibravam na revisão dos 2.500 quilômetros. Na revisão dos 5 mil quilômetros nada foi feito. Na revisão dos 10 mil quilômetros lixaram a pastilha, que estava empenada, mas nada de o carro melhorar. Quando as pastilhas acabaram, a concessionária não tinha a peça para reposição. Um consumidor de Belo Horizonte reclamava de barulho vindo dos freios desde que comprou seu Face e os funcionários da concessionária falavam que era normal. Quando acabou a garantia, na revisão dos 20 mil quilômetros, disseram que quase não havia discos nem pastilhas. O prejuízo? R$ 970.

Um cliente de Cotia (SP) conta que, ao sair de casa para emplacar o seu QQ, o freio falhou subitamente e o carro bateu no portão da garagem. A concessionária analisou o veículo e não constatou qualquer defeito, mas também não quis fornecer um laudo para documentar o ocorrido. Um proprietário de um Face, em Diadema (SP), reclama que a direção treme sempre que o freio é acionado em altas velocidades. Ele trocou discos e pastilhas, mas o problema voltou. Por fim, um funcionário da concessionária disse que o problema foi alvo de um recall que não abrangeu os modelos mais antigos.

SILÊNCIO Infelizmente a Chery não demonstrou o menor interesse em esclarecer se existe uma grande quantidade de falhas nos freios de seus carros. Tampouco quis comentar sobre a falta de peças e o mal atendimento prestado aos seus clientes.


Problemas nos freios do Chery Face



Pane nos freios... O que devia ser uma improvável fatalidade é algo comum nos carros da Chery. Na foto, o momento em que notei uma perda na capacidade de frenagem, com a luz indicativa de problemas no ABS acesa.

Duvida que é comum?